sábado, 30 de julho de 2011

Já não sei...

Hoje o tempo passa e fico pensando
Em todas as lágrimas que já chorei
Por todo o tempo que fui rastejando
Por culpa de tudo o que eu passei

Imagino como poderia ter sido diferente
Mas não sei mais dizer o que é real
Não consigo distinguir a ilusão da minha mente
Nem tão pouco o valioso do banal...

E esta noite uma vez mais vou perguntando
Se foram reais as lágrimas que te limpei...
Se as tuas palavras serviam de mascara, de manto
Onde te escondias pois no fundo... já não sei...

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Do outro lado...

No meu "Imaginarium" vivo feliz num mundo paralelo...
Mas na realidade onde tudo o que parece puro e real
Acaba por se transformar em dor, magoa e desilusao no final
Como o mais impiedosamente duro e destructivo pesadelo...

Falam me de sonhos e vontades a alcançar
E eu penso o que tenho eu agora...
O que terá sobrado de outrora..
Que valha realmentente a pena lutar...

O meu "Imaginarium" vive na minha mente, no meu coração
E apenas nesses sonhos consigo ser feliz e completo
Que me permite soltar um sorriso apesar de discreto
Antes de acordar e voltar a este mundo de podridão...

Confiança e tudo o resto já não existem para mim
Nem tento sequer aproximar-me de quem quer que seja
E digo isto para que qualquer um com olhos veja
Que do outro lado do meu Imaginarium... o mundo é assim...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

The Rotten Blindness...

This world planted so much dirt in you...
Corrupted your heart...
So even the most shinning angel can fall on to darkness...
And even the most beautiful eyes can be fooled...
By the rotten blindness...

I just hope... somehow... i can clear your sight and pull you out...
I'll try with all the strenght left in me...
And if you cannot emerge from this rotten trash that corrupts you now...
Then we will fall together... and i'll die...
For i cannot live dwelling in the disgust...
For i cannot stand watching you perish...

But even if i die... and if you're blind so you cannot see me...
Still... i hope you can hear me... as my last words will be yours...

Deja Vu... Outra vez...

Acho engraçado como sempre me acusam de coisas...
Mas nunca me dizem do que me estão a acusar...
Pegam em meia duzia de merdices que vêm não sei lá bem onde...
E completamente fora de contexto fazem as suas conclusões...

E apontam me o dedo... sem me dizerem o porque...
Sem poder sequer me defender porque nao entendo em primeiro lugar porque me atacam...

Procuram desculpas para os seus erros inventando erros meus...
E vêm me com as suas idiossincrasias sem actos que as suportem...

É fantastico... Mesmo quando faço tudo para tudo fazer bem...
Parece que tudo faço mal mesmo quando nada faço...
As vezes que já vi isto acontecer chega a ser absurdo...
Por mais merda que alguem faça... Ha-de sempre... pegar em meia duzia de coisinhas que viu um dia num qualquer sitio fora de contexto... inventar todo um mundo a volta disso mesmo que nada tenha a ver... E fazer o que é mais facil...
Acovardar-se... e apontar o dedo...

É por isso que já desisti de entender os de Lilin...
É por isso que por mais contente que me deite numa noite... sei que não vale a pena esperar muito do dia que ai vem...

Chamam-me mentiroso aqueles que passam a vida a mentir no cumulo da hipocrisia apontam-me o dedo enquanto praticam fielmente a traição...
Depois outros que me ameaçam dizendo que não tenho o direito de fazer aquilo que esses mesmos outros não pensaram duas vezes antes de me fazer a mim...

Chamam-me mentiroso aqueles que quebraram todas as promessas que haviam feito e que mesmo assim ainda de alguma forma eu acredito... e apontam-me o dedo enquanto mentem e traiem impunemente atirando uma vez mais as culpas para cima daquele que é mais facil culpar...

Porque talvez se arrependam do que fazem... mas a nada foram obrigados...
E depois quando a noite cai e descansam na cama talvez... e sim digo talvez porque ja parei de tentar entender e certezas essas nunca mais terei... talvez o arrependimento venha...
E como a covardia e grande de mais para enfrentar a realidade...
Vamos entao culpar quem podemos culpar... e para tal... vamos procurar algo... por mais substancial que seja... algo que possamos adaptar ao contexto que precisamos para culpar esse alguem... algo que nao importa de quando ou como existiu... algo que possamos distorcer e moldar para fazer a realidade para os covardes mais facil...
Algo que para os traidores forneça uma porta de escape...
Para que aos olhos dos outros... sejam imaculados...
Não importando... o que destroem pelo caminho...
Odio de Lilin...