Porque fecho os olhos para imaginar
Enquanto as lagrimas não param de correr?
Se já não há razao para acreditar...
Se tudo o que quero é desaparecer?
A vida é longa, penosa como fora outrora
Pois neste podre mundo que nos rodeia
O amor é a minha caixa de pandora
A maior história, a minha epopeia...
Enquanto o sangue agora escorre
Por onde anteriormente cairam lagrimas
O meu ser lentamente para a morte corre
Sofrimento, dor: as minhas maiores dadivas
E uma vez mais em furia eu despejo
Palavras vazias desprovidas de sentimento
Apenas para contrariar a vontade e o desejo
De ser feliz apenas por um momento
Desejo que poderá jamais existir
Quando a escuridão me abraça
Pois o amor me irá extinguir
Sendo eu a sua preferida caça...
As minhas palavras são
O grito da minha alma
O choro do meu coração
Aquilo que me acalma...
E enquanto choro novamente sem cessar
Aproveito a força que ainda sobra em meus braços...
Escrevo então sem sentido, sem pensar
Apenas mais um de meus estupidos desabafos...
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Brilhante.
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